Dilma ressalta que usina não atingirá terras indígenas
A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), não irá atingir nenhuma das dez terras indígenas localizadas nas proximidades do empreendimento. A afirmação foi feita pela presidenta Dilma Rousseff na coluna semanal Conversa com a Presidenta, publicada hoje (9) em jornais.
“Belo Monte será fundamental para o desenvolvimento da região e do país, e o reservatório não vai atingir nenhuma das dez terras indígenas da área. Os povos indígenas não serão removidos de suas aldeias”, explicou a presidente em resposta a uma leitora que perguntou sobre as consequências da construção da usina.
Dilma esclarece também que o projeto de construção passou por aprimoramento e a área de inundação foi reduzida em aproximadamente 60%. A hidrelétrica terá um canal ou escada de peixes, para não interromper a piracema e serão investidos R$ 32 milhões em ações de compensação e mitigação dos impactos socioambientais.
(Folha Do Estado)
Secretário de Saúde de VG se reúne com setor de zoonoses
(Nortom)
Prefeitos de MT cobram mais segurança
Segundo o presidente da AMM, Meraldo Figueiredo Sá (PR), a intenção é cobrar do Governo do Estado, mais investimentos no interior, aumento do efetivo na segurança pública. Ele frisa que é preciso garantir não só a segurança do gestor público, mas também da população. “O governador Silval Barbosa (PMDB), necessita dar mais prioridade a segurança tanto para a Polícia Militar como da Polícia Civil, além de aumentar o efetivo e trabalhar melhor o sistema de inteligência da segurança pública”.
(Nortom)
Diretor do BC diz que Brasil está preparado para turbulências na economia mundial
Poucas horas depois do anúncio das maiores quedas de bolsas de valores dos últimos meses - mais de 8% no Brasil e de 5% nos Estados Unidos - dois representantes da equipe econômica do governo procuraram demonstrar, no Senado, que o país está atento aos riscos da crise internacional. Em debate sobre a saúde do sistema financeiro mundial, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), ambos apontaram o aumento das exportações e a dimensão das reservas internacionais.
- Nosso país está bem preparado para enfrentar a crise mundial. Temos grandes reservas internacionais, capacidade de injetar liquidez na economia, se necessário e câmbio flutuante. Temos acompanhado com atenção redobrada riscos de cenário internacional e estamos buscando as melhores soluções possíveis - disse o diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, Luiz Awazu Pereira da Silva, na audiência pública intitulada "O Sistema Financeiro Internacional: do Pós-Guerra aos dias de hoje", dentro do ciclo de debates "Os Rumos da Política Externa Brasileira".Por sua vez, a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, informou que as exportações brasileiras têm crescido mais do que a média do comércio mundial. Ela registrou ainda o "crescimento acelerado" de exportações e importações brasileiras de janeiro a julho deste ano, em relação ao ano passado.
(Nortom)
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