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quinta-feira, 17 de setembro de 2015


AS ACUSAÇÕES DE TABORELI CONTRA WILSON, ZANATA E QUADRILHA DE SILVAL 
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 A reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia e Sonegação Fiscal da tarde desta quarta-feira (16) foi marcada por um bate-boca entre os deputados Wilson Santos (PSDB) e Pery Taborelli (PV), que trocaram insultos ao disputar quem faria primeiro suas perguntas à testemunha, o ex-secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Alan Zanatta. Taborelli chegou a acusar Wilson de estar protegendo o ex-secretário. O coronel Taborelli, que é membro suplente da CPI, foi o primeiro a chegar à reunião, junto com o presidente da CPI, Zé do Pátio (SD), e se inscreveu para fazer perguntas a Zanatta. Porém, quanto chegou o momento de perguntar, Wilson Santos, que é membro titular da comissão mas chegou atrasado à reunião, pediu para perguntar primeiro, pois também teria que ir embora cedo em função de um compromisso. O deputado do PV insistiu em perguntar primeiro, alegando que Wilson chegou atrasado, e foi interrompido pelo tucano. “O senhor não é membro da CPI e vem dar de dedo aqui. Eu sou membro da CPI”, afirmou Wilson. Então, Taborelli acusou o parlamentar de proteger Zanatta, impedindo-o de fazer as perguntas que ele tinha planejado. “Aqui não é quartel!”, disparou Wilson para o colega, fazendo referência ao fato de Taborelli ser coronel da reserva da Polícia Militar. Então, o presidente Zé do Pátio suspendeu a sessão, esperando que os dois se acalmassem.

 Nesse momento, Taborelli levantou furioso e acusou Wilson novamente. “O senhor está protegendo esse cidadão, que cometeu crime em Várzea Grande”, afirmou, e deixou o auditório onde se realizava a CPI. Em seguida, ele concedeu entrevista coletiva e distribuiu acusações a Wilson, Zanatta e o ex-governador Silval Barbosa (PMDB). “Na minha ótica, Wilson Santos está protegendo a testemunha das perguntas e da colocação que eu ia fazer. Quero saber o que ele está fazendo na comissão então. A comissão não é para proteger ninguém, é para apurar fatos reais que aconteceram com essa quadrilha comandada pelo senhor Silval Barbosa e pelos parceiros criminosos”, disparou. “Está nos autos, Alan Zanatta ganhou a título de benefícios terras da cidade de Várzea Grande, de 19 áreas nobres que foram doadas, dadas de graças, pelo chefe do executivo, na oportunidade, o vereador Maninho de Barros (PSD), que era prefeito. Um dos beneficiários foi Alan Zanatta, que já praticava crime de facilitação de recebimento de presentes. Não mudou em nada, pelo que estou vendo, a atitude dele no estado como secretário”, completou.
ADOLESCENTE MATA A PRÓPRIA MÃE À FACADAS APÓS ASSISTIR A VIDEOS DE DECAPITAÇÕES DO ESTADO ISLÂMICO 
ADOLESCENTE MATA A PRÓPRIA MÃE À FACADAS APÓS ASSISTIR A VIDEOS DE DECAPITAÇÕES DO ESTADO ISLÂMICO

 Esta adolescente dinamarquesa aparentemente inofensiva assassinou a própria mãe depois de assistir a a vídeos de decapitações de reféns britânicos pelo grupo extremista Estado Islâmico. Após o crime, ela foi presa junto de seu amante jihadista mais velho. As informações são do Daily Mail. A jovem Lisa Borch tinha apenas 15 anos quando começou a passar horas de seus dias assistindo às filmagens das decapitações selvagens dos britânicos David Haines e Alan Henning no YouTube. Borch e seu namorado muçulmano radical, Bakhtiar Mohammed Abdulla, de 29 anos, foram até a cozinha de sua casa, pegaram uma faca de cozinha e deram pelo menos 20 facadas na mãe da garota, Tina Römer Holtegaard. Em seu julgamento, a garota contou que se tornou obcecada com o extremismo islâmico depois de se apaixonar por um jihadista que a abandonou para voltar ao seu país natal e morar com a própria família.
Homem é morto a paulada e jogado dentro de poço em Rondônia 
Alto Paraíso - Homem é morto a paulada no bairro Jardim Paraíso

 Na manhã desta terça-feira (15) a policia militar foi acionada a se deslocar a Rua Francisco Gomes, Bairro Jardim Paraíso, município de Alto Paraíso-RO onde segundo informações havia sido encontrado o corpo de um homem dentro de um poço. Quando a policia chegou ao local fez contato com uma testemunha que relatou que chegou à residência na noite desta segunda-feira (14) e viu que estava tudo na normalidade, que a casa da vítima identificada como sendo Genivaldo Loubaka de Freitas, 32 anos, sempre havia pessoas fazendo uso de substancia entorpecente e quando acordou pela manhã viu que a porta da residência estava aberta e havia uma mancha de sangue em frente à casa, então quando se aproximou viu um rastro de sangue, e que seguiu até encontrar o corpo da vítima dentro de um poço que fica no quintal da residência e então acionou a polícia. Diante dos fatos a guarnição policial isolou o local do crime e acionou a Perícia Técnica da Polícia Civil que realizou os trabalhos de praxe encontrando um pedaço de madeira com manchas de sangue, que possivelmente foi usado para matar a vítima. Após o termino dos trabalhos periciais o corpo foi removido ao IML do município de Ariquemes-RO.
ELY SANTANTONIO
CURTO&GROSSO

Embora tenha denunciado as roubalheiras do governo Silval Barbosa, enquanto, como de costume, todos elogiavam, não fico feliz com a desgraça do ex-governador////////// Tenho por costume não bater em "cachorro morto"///////////////////  Enquanto isso, Pedro Rosinha Taques deita e rola, sem que ninguem, ou quase isso, denuncia seus desmandos  ///////////////////// Voltando ao Barbosa, faz bem em não se entregar. Tudo joguinho de cena, para agradar poderosos de plantão ///////////////////////// Taborelli, na AL, acusa Wilson Franguinha de defender o   poderoso empresário Alan Zanata... Também, o homem tem o rabo de tanta gente! ///////////////////////////Em Cuiabá, o empresário André Maggi, filho de Blairo Maggi, se rebola para explicar os misteriosos quatro cheques de R$ 4,7 mil cada depositados em sua conta emitidos por uma empresa de João Batista Rosa, "banqueiro", um dos delatores da "Operação Sodoma". ////////////////// "Milão", em notinhas de R$ 100, quanto recebe jovens reboladeiras por duas horas de "confissão" com o poderoso "frei" Dorilêo Leal. Quem pode, pode! /////////////////////// Nadaf na cadeia, Silval foragido, e o governador Pedro Rosinha Taques rindo atoaResultado de imagem para charge homem de camisola
Governador Pedro Rosinha Taques já tem sua marca de governo registrada: MENTIRA, CARA DE PAU E TRAMBIQUES MILIONÁRIOS.//////////// Envolto em denúncias de "grana por fora", sumiço de equipamentos na sua pasta, perseguição a funcionários, mesmo assim o Secretário de Assistência Social de Cuiabá, José Rodrigues, já é cotado como um dos que podem disputar a vaga de vice-prefeito na chapa de Mauro Mendes. //////////////
GOVERNO DE MERDA SÓ LUDIBRIANDO O POVO 

 O governo brinca de administrar e até hoje não pagou as desapropriações várias empresas quebraram por birra do governo ele não anda de transporte público então que se dane o dinheiro que já foi pago e vai deixar perecer tudo que foi adquirido e pondo em risco e morte de mato-grossense pelas obras inacabadas principalmente acidente no tijolo bainhano (CidaNews)

terça-feira, 8 de setembro de 2015


SÓ ROUBALHEIRA NO GOVERNO PEDRO ROSINHA TAQUES
  Escândalo na Sefaz: Adjunto é condenado por cobrar R$ 41 milhões 
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Governador Pedro Rosinha Taques já tem sua marca de governo registrada: MENTIRA, CARA DE PAU E TRAMBIQUES MILIONÁRIOS.

 POR JOSÉ MARCONDES MUVUCA - Embora tenha prometido não esconder a sujeira para debaixo do tapete, o governo Pedro Taques – um verdadeiro leão na hora de discursar sobre moralidade, tão rigoroso com seus adversários -, está segurando a abertura de um processo administrativo que deveria investigar o Secretário Adjunto da Receita Pública, Adilson Garcia Rubio. O governo se recusa apurar sua responsabilidade em relação ao valor de R$ 150 mil reais pelo qual foi condenado a devolver aos cofres públicos. O valor é referente a uma ação judicial por excesso de exação (cobrança ilegal de imposto) conforme sentença de mérito proferida no processo nº 391/2011 (código de acesso 723106) da 2º Vara Especializada de Fazenda Pública, em Cuiabá. Para manter o Adjunto no cargo o governo está tentando simplesmente ocultar o mal feito para não abrir processo, segurando a Corregedoria Fazendária e a Controladoria Geral do Estado, impedindo os órgãos de controle interno de instaurar o devido processo legal. Mesmo tentando impedir a instauração do processo contra o Adjunto, sua condenação é clara, levando-se em consideração o §2º do artigo 149 do Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Complementar nº 04/1990) e §6º do artigo 37 da Constituição Federal que diz “A responsabilidade civil decorre do ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiro”. § 2º Tratando-se de dano causado a terceiros, responderá o servidor perante a fazenda estadual, em ação regressiva. O esforço do governo em ocultar o prejuízo dado pelo servidor tem a clara intenção de segurá-lo num dos cargos mais importantes da Secretaria de Estado de Fazenda, bem como evitar que o mesmo tenha seus bens bloqueados. O prejuízo causado aos cofres públicos pelo Adjunto exige uma medida enérgica. Caso nenhuma atitude seja tomada pelo governo, e o processo administrativo não seja devidamente aberto, o governo corre o risco de se desmoralizar em todos os outros processos administrativos que eventualmente abrir, especialmente na Fazenda, por usar dois pesos e duas medidas, de forma rigorosa com os demais e leniente para com seus 'protegidos'.

  Saiba quem é Adilson Rubio, o adjunto dos R$ 41 milhões 

 Adilson Garcia Rubio é o secretário adjunto na Secretaria de Fazenda (SEFAZ/MT) há alguns meses – entrou com a queda de Roberto Miorin -, e servidor de carreira com 25 anos de serviço público em Mato Grosso. Mas nem todos conhecem o fiscal. A sua descrição até que ajuda a lembrar da figura de estatura mediana, rosto redondo, cabelos caindo na testa, olhos franzidos e mirando o horizonte, e os dentes cerrados. A voz o descreve melhor. Quase sempre presa, baixa, nervosa, brigando para sair da garganta e alcançar, ou socar o interlocutor, dependendo do momento. Veio do interior de São Paulo em 1990, com um diploma universitário na mala, para não dizer que é um migrante que veio com “uma mão na frente e outra atrás”, e a nomeação para fiscal de tributos (FTE), trabalhado no interior, por dois anos, como era praxe porque os melhores cargos sempre são ocupados pelos veteranos. E teve atuação discreta dentro da secretaria por dez anos, quando começou a assumir cargos comissionados até culminar como secretário-adjunto, o ápice da sua carreira. Tendo chegado a secretário adjunto da receita pública, área que trata da fiscalização e arrecadação de tributos, ou seja, a área nobre da Fazenda, após desistência de José Miorim do mesmo cargo (outro “migrante paulista” com as mesmas características), que também compartilhavam o mesmo “grupo de pensadores dos fiscais” agrupados no seu sindicato, o SINDIFISCO, até outro dia muito combativo, mas que agora, devido aos cargos comissionados, acabaram se rendendo ao governo Taques. Para ter voz de comando, o Secretário Paulo Brustolin teve que 'cortar a cabeça' de Miorin e colocou em seu lugar Adilson Rúbio. Errou! Se Miorin caiu por conta de ilicitudes divulgadas pelo Muvuca Popular, Brustolin deveria consultar o departamento de investigação do site, antes de censurá-lo, para saber que o substituto tem peso moral tão questionável quanto o antecessor, haja visto que foi condenado judicialmente por usar a força do estado para cobrar ilegalmente R$ 41 milhões de um contribuinte.

  Porque a Sefaz pode comprometer o governo Pedro Taques

O adjunto da Sefaz, Adilson Garcia Rubio, está no lugar onde jamais deveria: o cargo que comanda toda a fiscalização e arrecadação tributária do Estado. Por fazer cobranças ilegais, levanta suspeita em todos os credores do estado, algo que fragiliza a própria arrecadação. O governo Taques tenta manter ares de ações republicanas no único lugar onde não se devia cometer ilícitos. Agora vê uma bomba atrás de outra, sendo que a última foi a decisão judicial condenando seu principal homem da arrecadação, que utilizou a legislação de modo arbitrário, ilegal e irregular. Este já é o segundo Adjunto da Receita com problemas. O anterior, senhor José Roberto Miorim caiu porque recebeu uma carta de crédito de R$ 5 milhões de reais e perdoou outros R$ 5 milhões em dívida da Unimed Cuiabá. Assim, continua o Governo Taques escondendo seus erros para evitar a desmoralização com a queda de mais um Adjunto da SEFAZ, em flagrante débito com os preceitos da administração pública, segundo a sentença judicial. A Sefaz demonstra temeridade ao comemorar o pagamento da folha salarial exatamente por ter perdido o controle da própria gestão e com a arrecadação comprometida. Os fiscais que hoje estão no poder, após a eleição de Taques e ascensão de Brustolin, estão perdidos, não conseguem nem defender o próprio patrimônio, e quiçá defender o patrimônio público, os impostos arrecadados. São pessoas que falam muito em "trem da alegria", que arrotam competência e ética mas já foram no Silval Barbosa pedir terreno público para construir a sede deles. Isso depois que um "Sidney de tal" passou a perna e os colocaram na fila do mutirão da reconciliação da justiça.
Ely Santantonio
Curto&Grosso

Secretário marca Bostinha esse da Prefeitura de Cuiabá, de Obras, Serviços Urbanos, sei lá o que... Os bairros periféricos e distritos estão abandonados//////////////// Muvuca faturando alto. Disseram que acertou com Zeca Viana para cacecetear Pedro Rosinha Taques, sem dó/////////// Mais do que merecido, além de estar milionário, Dorilêo Leal continua "papando" GATINHAS FUNKEIRAS em Acorizal, Livramento, Chapada, Jangada, Guia... E pagando alto. Pode!/////////////////////////Grudado no saco de Pedro Rosinha Taques, deputado Wilson Franguinha não dá espaço para novos "mamadores". Guloso o rapaz!/////////////////////////// Cadê as ambulâncias que o trambiqueiro presidente da AL-MT, Maluf Bambolê,prometeu há 300 anos. Só embromação e nhapação na "casa do povo"//////////////////

sexta-feira, 4 de setembro de 2015


Mentindo descaradamente para o povo!
CONTRA O VLT, CONTRA CUIABÁ/VG, E SÓ 'ENGABELANDO" O POVO NA TV, ENQUANTO ANUNCIA EM ENTREVISTAS SER "FAVORÁVEL A CONCLUSÃO DA OBRA", PEDRO ROSINHA TAQUES ENTRA NA JUSTIÇA PARA (MAIS UMA VEZ) PARALISAR TUDO NA CAPITAL
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Aldo e Pedro: Chefão e seu fiel pupilo.

 O governador Pedro Taques (PSDB) novamente se mostrou contrário a escolha do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) como o novo modal da capital mato-grossense. Enquanto concede entrevistas e faz propaganda alardeando que concluirá as obras, manda seus capangas agirem na calada, via liminares, para impedir que  se dê sequência aos trabalhos nos canteiros de obras em Cuiabá e Vg, que viraram criadouros de mosquitos da dengue, ratos, cobras e baratas. Por conta das suas investidas, atendendo ao amigo e patrocinador de campanha Aldo Locatelli, um dos homens mais ricos do Brasil, que quer por quer implantar o BRT em Cuiabá (ele é o capo da Máfia de Combustíveis no Estado) a justiça suspendeu mais uma vez e por mais quatro meses o contrato das obras do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). O pedido, feito pelo Governo do Estado, foi deferido pelo juiz da 1ª Vara Federal, Ciro José de Andrade Arapiraca. Com isto, ficam interrompidos o contrato e o aditivo entre o Executivo e o Consórcio VLT, responsável pela execução dos serviços. Neste período, um estudo técnico será elaborado. Por conta da judicialização, as obras do novo modal estão paralisadas há quase um ano. O projeto deveria ter sido entregue antes da Copa do Mundo de 2014, mas em decorrência de severos atrasos e erros em projetos, isso não aconteceu. Até o momento, foram pagos mais de R$ 1 bilhão, dos R$ 1,47 bilhão previstos. O Consórcio VLT pede um acréscimo de mais R$ 400 milhões para finalizar os serviços.
Deputado compara Pedro Taques ao anão/palhaço Jurubeba 
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Apontado como responsável pela saída do governador Pedro Taques (PSDB) do PDT, o deputado estadual Zeca Viana não perdeu a ironia ao comentar a perda do chefe do executivo estadual. “Considero que a perda não foi mais sentida que a do companheiro Jurubeba”, declarou ao utilizar a tribuna da Assembleia Legislativa na noite de hoje. O anão Jurubeba é conhecido como um “palhaço e animador de rodeios”. No ano passado, ele disputou a eleição de 2014 pelo PDT para deputado federal e recebeu 437 votos. Na última semana, Jurubeba se desfiliou do PDT e revelou com exclusividade que vaii seguir Taques no PSDB, onde pretende disputar uma vaga na Câmara de Cuiabá.
NOVOS E CABELUDOS TRAMBIQUES NO LAMACENTO GOVERNO PEDRO ROSINHA TAQUES
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Governador Pedro Rosinha Taques já tem sua marca de governo registrada: MENTIRA, CARA DE PAU E TRAMBIQUES MILIONÁRIOS.

 JOSÉ MARCONDES MUVUCA - No último dia 10 de agosto o governo do estado exonerou da Secretaria de Cidades (Secid) o engenheiro Leonísio Berto Volpato Vieira, o arquiteto André Luis Correa Gomes Bento e, dois dias depois, a advogada Karine Gomes Ribeiro. Os três compunham uma Comissão Especial de acompanhamento do VLT, para entre outras coisas, elaborar um projeto básico visando contratação da empresa que vai medir tamanho da obra e valor da tarifa. Em tese, estaria tudo acertado para no final a tal consultoria emitir um parecer dizendo que era para encurtar a distância dos trilhos, um lenitivo para que o governo atendesse a decisão judicial de retomar as obras do VLT por um lado, e por outro atender a decisão do juiz Ciro José de Andrade Arapiraca, da 1a Vara Federal de Mato Grosso, que determinou que fosse elaborado, em quatro meses, um documento com estudo tarifário, modelo operacional e viabilidade econômica do modal. Grosso modo, a justiça tem conspirado à favor de algumas situações no mínimo inusitadas. Primeiro porque o estudo do tamanho e fluxo já havia sido feito pela Secopa por algo em torno de R$ 300 mil, e a nova empresa de consultoria faria o mesmo serviço, para supostamente subsidiar e dar 'segurança jurídica' na retomada da obra, gastando algo em torno de R$ 5 milhões em mais uma consultoria (Os valores exatos não foram revelados). O governo havia admitido insuficiência de técnicos para exarar o parecer antes da contratação da consultoria. Ato contínuo, tentou usar estes profissionais como 'bodes expiatórios' para justificar a contratação. Experientes, e consciêntes, eles não aceitaram colocar suas respectivas assinaturas e por isso foram sumariamente demitidos no dia seguinte. A sensação de que algo não cheirava bem ficou latente, afinal, o governo tido como moralista estava demitindo profissionais qualificados e respeitados, reconhecidos por não compactuar com maracutaias. Ao perceber o erro o próprio governo voltou atrás e tornou o ato de exoneração sem efeito no dia 15 de agosto.

 O insondável mistério de suas exonerações e recontratações posteriores, ainda pairam no ar. Embora tenha ficado claro que o governo queria elaborar um Termo de Referência a 'toque de caixa' para contratar uma empresa de reestudo por um valor exorbitante. Isso porque parte desse estudo já havia sido feito pela 'Oficina Consultores Associados', que também verificaram o plano de mobilidade urbana da região metropolitana (Planomob RMVCR 2010). Os profissionais que foram demitidos tiveram uma conversa muito estranha quando foram readimitidos. Nela uma pessoa do governo cuja identificação o Muvuca Popular manterá em sigilo, disse aos funcionários que precisava da TR para mandar para as empresas. "Aí quem vai analisar vai ser uma comissão, formada por dois daqui (Secid), um da CGE, um da PGE, um do Desenvolvimento Econômico". A pessoa que falou em nome do governo disse ainda que com a nova forma não teria problema, até porque conseguiram uma 'forcinha' da justiça. "Assim não vai dar problema nenhum, soca o pau, o juíz já deu a decisão né, já mandou que é pra fazer aquilo lá e deu quatro meses". Em outro trecho da conversa, o representante do governo acalmou os técnicos dizendo que "Agora tá tranquilo, só o TR chegar na mão do secretário e fazer a dispensa da licitação". De forma esquemática, as cartas do termo de referência serão enviados para as empresas Price, Deloitte, Century e Big Four, embora haja a suspeita de direcionamento para a empresa KPMG, que aborda fortemente o tema 'compliance', bastante conhecido da Secretária de Trasnparência e Combate a Corrupção, Adriana Vandoni, que até o momento não deu um pio sobre o caso.

terça-feira, 1 de setembro de 2015


JOSÉ RIVA, QUE TEM RABO DE RAIMUNDO E TODO MUNDO NAS MÃOS, TEM R$ 2 MILHÕES EM DÍVIDAS PARA RECEBER DO "PAPA ANJOS" E CALOTEIRO "REI DA SOJA" ERAÍ MAGGI 
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 Durante cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do ex-deputado José Riva (PSD) na 5ª fase da “Operação Ararath”, em 20 de maio de 2014, a Polícia Federal apreendeu alguns documentos “interessantes”. Entre eles, está uma nota promissória no valor de R$ 2,138 milhões assinada pelo megaempresário Eraí Maggi (PP) e que está anexada ao inquérito 3842 que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) diante do foro privilegiado do senador Blairo Maggi (PR). A nota promissória foi emitida em abril de 2013 e é supotamente assinada por Eraí Maggi. Ele é dono do grupo Bom Futuro e atua em vários ramos, sendo "famoso" por financiar campanhas eleitorais no Estado. As investigações da Polícia Federal apontam que a nota promissória teria sido emitida como garantia de um empréstimo feito pelo empresário. O intrigante é saber o motivo dela estar na residência do ex-presidente da Assembleia Legislativa. Riva e Eraí sempre tiveram uma relação muito próxima. O ex-deputado sempre disse publicamente que foi o responsável por trazer o megaprodutor de soja a Mato Grosso na década de 80. Contudo, no último ano eles se afastaram. Riva não contou com o apoio de Eraí na disputa ao Governo em 2014. Após a eleição, o então parlamentar abriu uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a Cooamat, cooperativa criada pelo “Rei da Soja” para supostamente sonegar R$ 300 milhões em impostos. Apesar do relatório do presidente Emanuel Pinheiro (PR) ser inconclusivo quanto a prática de crime, o social democrata elaborou um relatório paralelo e encaminhou denúncias a órgãos como Polícia Fazendária e Ministério Público Estadual.
CARLOS FÁVARO, O BRUCUTU
 ALÉM DE ATRAPALHAR OBRAS EM RODOVIAS ESTADUAIS, VICE GOVERNADOR (O HOMEM QUE PROMETE E NÃO CUMPRE!) BARRA IMPRENSA E ASSESSORES EM REUNIÃO COM LÍDERES REVOLTADOS COM ABANDONO 

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Na campanha que o elegeu  vice, foi apontado como "cheirador de cocaína", cabarezeiro e caloteiro inveterado. Depois de eleito virou "santo"... Aos poucos mostra a verdadeira face!
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SITUAÇÃO CATASTRÓFICA DA MT 170: RAZÃO DOS PROTESTOS

A pouco mais de um mês do episódio em que a jornalista Cecília Gonçalves foi impedida de registrar uma reunião com o vice-governador de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PP), o mesmo tipo de prática volta a acontecer. O fato aconteceu após o bloqueio da MT-170, realizado por manifestantes do município de Brasnorte, por conta dos buracos e da precariedade da pista, quando o sindicato madeireiro (SIMNO), juntamente com algumas autoridades políticas locais, estavam solicitando uma atitude do governo para o caso, sob a ameaça de continuarem com bloqueio. O vice-governador atendeu as entidades na última sexta-feira (29), após intermediação do deputado Oscar Bezerra (PSB), onde as mesmas cobraram atitudes, principalmente em relação a um trecho de 80 km que estava praticamente intransponível por causa dos buracos. Em janeiro o próprio Fávaro se comprometeu a resolver a questão, no entanto, uma equipe foi enviada ao local e dias depois as obras foram abandonadas. O protesto só foi suspenso graças ao voto de confiança no governo, que aceitou atender os representantes na última sexta-feira. O problema é que a imprensa novamente foi impedida de participar, registrar ou sequer ter acesso aos seus assessorados durante a audiência. Uma das jornalistas que pediu para não ser identificada, relatou ao MPopular que ao iniciar a reunião a assessoria do governo começou a barrar os repórteres na porta da sala, dizendo que não havia espaço suficiente para que todas as pessoas pudessem entrar. 

 Alguns assessores chegaram a argumentar que seu cliente estava sem meios para registrar a conversa e que isso impediria que o trabalho do assessor pudesse ser feito com eficácia. Em resposta aos profissionais da comunicação, a assessora que estava barrando a entrada, avisou que disponibilizaria as imagens e os releases no ‘banco de notícias’ do Governo. Revoltados, alguns profissionais teriam dito que tal ação configurava censura à imprensa, e que a mesma tem o direito de ser livre. Porém, os servidores não se incomodaram e mantiveram o impedimento. Em busca de punição a jornalista afirmou que ligou para uma colega da Gazeta comunicando o abuso. No entanto a mesma respondeu indignada que não poderia fazer nada, pois o jornal mantinha a política de não falar mal do Governo. “O que mais me revoltou é que o fotógrafo da Gcon, chegou todo “pomposo” e disse para a recepcionista que não poderia ser tratado como imprensa comum pois o mesmo era assessoria do Governo”, enfatiza a jornalista. A reunião durou cerca de duas horas e apenas a assessoria do próprio governo pode participar. Alem do Vice, e de prefeitos da região noroeste, estiveram presentes na reunião os deputados Saturnino Masson (PSDB), Janaína Riva (PSD), o presidente do sindicato das madeireiras e moveleiras do noroeste de Mato Grosso- Simno, Roberto Rios, e o Diretor do Centro das Industrias madeireiras – Cipem, Valdinei Bento.
O dia que Pedro Taques levou uma facada de um juiz na praça da Sé em São Paulo 
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De Traks a Taques - A história não contada de Pedro 

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 O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), contou uma história durante a filiação do seu correligionário, Pedro Taques, (PSDB-MT), como tentando criar intimidade, ao citar “ligação histórica de Taques com São Paulo” porque um certo homônimo Pedro Taques doou, no século XVII, o terreno onde hoje é a Praça da Sé. O que Alckmin não contou foi que o Pedro Taques daquela época possuía uma rusga contra Fernando de Camargo pelo controle do poder político-burocrático da região de São Paulo. O paulista Fernando era um típico bandeirante, visto nos livros, que saía pelo sertão para “prear índios”. Mas ao mesmo tempo, ocupou cargos na sua comarca, como o de juiz.

Por outro lado, o Pedro Taques paulista se aliou aos jesuítas. E então, os jesuítas foram expulsos não só de São Paulo como do Brasil, e o inevitável aconteceu. Acabou que Fernando e Pedro se encontrarem, e não foi no Pátio do Colégio, onde surgiu São Paulo, e sim na atual Praça da Sé, e os dois brigaram feio, com tiros de armas de fogo de grande barulho, fumaça e pouca precisão até os punhais, com um tentando golpear o outro. O problema é que possuíam seus partidários, e eles entraram na briga, ou melhor, na carnificina. Muito sangue foi derramado, e vários morreram. E como na política atual, a história não registrou o nome de nenhum dos mortos, por serem pobres diabos. Quanto aos dois, Fernando e Pedro, saíram quase ilesos. Tempos depois, eles se reencontraram no mesmo lugar, e Fernando cravou o punhal nas costas de Pedro Taques, morto, na Praça da Sé. Taques morreu de forma cruel, por vingança e ódio depois de ter enganado e traído seus apoiadores.

 Mas essa não é a história que o nosso Pedro Taques da rua 24 de outubro gosta de contar, e sim que a família veio para Mato Grosso junto com os bandeirantes sorocabanos, logo após a descoberta do ouro e consequente criação de Cuiabá. Além disso, credita a origem do nome de família Taques ao “Taks”, que seria de origem libanesa, árabe, portanto. Porém, o “Taques” a que Geraldo Alckmin se referia como o doador do terreno da Praça da Sé, é “Tacks” de origem Belga do século XV. O que nos mostra essa história, dita aqui com um pouco mais de profundidade, é que a superficialidade dos discursos esconde muito e revela apenas o que interessa a quem a conta e agrada quem está no poder. O 'nosso' Pedro Taques, baixinho, roliço e triste, é português, se passando por Belga, sendo vendido pelo PSDB como lord inglês.    (MUVUCA)